Governo do Distrito Federal
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23/07/20 às 12h49 - Atualizado em 23/07/20 às 12h51

Projeto Seja um Voluntário chega ao fim com a distribuição de 15 mil máscaras

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O projeto Seja um Voluntário, desenvolvido pela Secretaria de Esporte e Lazer, levou a 20 parques do Distrito Federal cerca de 60 pessoas, entre profissionais de educação física e estudantes, para orientarem a população sobre as medidas de combate à proliferação da Covid-19. Por pouco mais de um mês, a equipe também distribuiu 15 mil máscaras, esclarecendo dúvidas sobre o seu uso, e divulgou o trabalho desenvolvido nos Centros Olímpicos e Paralímpicos (COPs), que deve retomar em breve com as atividades.

 

Presentes nesses espaços de esporte e lazer, durante os horários de maior movimentação, os voluntários desempenhavam exclusivamente o trabalho de orientação e educação, sem autoridade de fiscalizar, sendo essa responsabilidade dos órgãos competentes do Governo do Distrito Federal (GDF). Essa iniciativa se mostrou fundamental no período da reabertura dos parques da Capital Federal, em que os frequentadores ainda desconheciam os cuidados que deveriam ser tomados para praticarem atividades em segurança.

 

“Quando os parques foram reabertos, sentimos a necessidade de requisitar os voluntários, que foram coordenados por servidores da nossa pasta, para orientarem a população sobre todas as precauções necessárias. Agora, além de ter mais lugares esportivos em funcionamento, como o caso das academias, que diminui o risco de aglomerações, grande parte da população já sabe como deve se comportar em ambientes públicos para evitar o contágio”, destaca a secretária de Esporte e Lazer, Celina Leão.

 

A maioria das atividades esportivas retorna gradativamente ao seu funcionamento, assim requisitando o retorno desses profissionais aos seus postos de trabalho anteriores. O estudante de educação física e professor de jiu-jitsu, Luan Piccini de Lima Silva, 28 anos, que atuou como voluntário no Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek, destacou a importância da ação de conscientização junto à população. “As pessoas não faziam o uso de máscara. A gente escolhia a melhor forma de abordá-los e disponibilizava máscaras para quem não tinha”, completa.